Meu Pintor Favorito - Um Conto Erótico

Ela o chamou para acabar a pintura em sua parede, mas o que ela não esperava era que ele iria pintar sua alma com cores tão vibrantes que ela nunca mais se esqueceria dele.

Com sua barba rala e seus olhos penetrantes, o pintor era tudo o que ela sempre quis. Ela sabia que não deveria ter sentimentos por ele - afinal, ele era casado - mas o desejo proibido queimava nela como chamas ardentes.

Enquanto ele trabalhava em sua parede, ela não conseguia parar de observá-lo, absorvendo cada movimento com atenção. Ela desejava estar em seus braços, sentindo seus lábios quentes contra sua pele e suas mãos fortes a explorando.

À medida que o tempo passava, ela percebia que a química entre eles era impossível de ignorar. Cada pincelada que ele dava na parede parecia ser uma carícia em sua pele, fazendo com que ela se arrepiasse de prazer. Ela sabia que precisava ter coragem de contar a ele seus verdadeiros sentimentos e, com um nó na garganta, ela finalmente o fez.

Ele a olhou com uma expressão de surpresa, mas sua resposta foi ainda mais inesperada. Ele a beijou com toda a sua força, jogando-a contra a parede e a explorando com suas mãos, seus lábios e sua língua. Ela se entregou completamente, sabendo que este amor era proibido, mas sentindo que o desejo incontrolável era mais forte do que sua razão.

Eles fizeram amor como se não houvesse amanhã, cada toque profundo deixando uma marca em seus corpos. Ela se sentiu viva novamente, experimentando um prazer que nunca havia sentido antes. Quando terminaram, ela sabia que aquela paixão proibida continuaria queimando dentro dele por muito tempo.

Embora soubesse que seu amor pelo pintor era impossível, ela nunca mais esqueceria os momentos que passaram juntos. Cada vez que olhava para a parede que ele havia pintado, ela sentia a chama do desejo e do amor arderem dentro dela, recordando as horas que passaram juntos em um filme pornô que ela sabia ser inesquecível.

Mesmo tendo consciência de que aquele momento era único e que nunca mais se repetiria, ela não conseguia resistir ao prazer que aquele encontro lhe proporcionava. Ela passou a sentir uma luxúria insaciável pelo pintor, desejando-o mesmo quando sabia que ele era inalcançável.

Mesmo que aquela paixão proibida fosse pura luxúria, ela sabia que nunca seria capaz de resistir ao seu pintor favorito, deixando-se levar por seus sentimentos e desejando que o tempo pudesse parar e que aquele amor pudesse ser eterno.